Thursday, 13 January 2011
Monday, 27 December 2010
Saturday, 30 October 2010
WILL ROBSON SCOTT
In Dogs We Trust

"Since dogs were first domesticated, many years ago, an affinity has developed between them and their owners; so not only do they frequently resemble each other, they even share personality traits and mirror each other’s behaviour. Dogs can be deliberately used for this purpose, of course: they can be chosen to convey whatever image the owner finds desirable; but often this affinity is less conscious, and - as you may believe when you look at these images - the master is unaware how much he looks like his dog."
Will Robson-Scott in association with Ollie Grove.






"Since dogs were first domesticated, many years ago, an affinity has developed between them and their owners; so not only do they frequently resemble each other, they even share personality traits and mirror each other’s behaviour. Dogs can be deliberately used for this purpose, of course: they can be chosen to convey whatever image the owner finds desirable; but often this affinity is less conscious, and - as you may believe when you look at these images - the master is unaware how much he looks like his dog."
Will Robson-Scott in association with Ollie Grove.
PEDRO LETRIA
(...) Daí o efeito paradoxal das três imagens de abertura. Dão-nos a ver outros tantos cães, envelhecidos, galgos ex-corredores, que vivem num "reformatório", em Hersham (Inglaterra). Condenados a uma existência sem donos, são seres cuja verdade se confunde com a pura espera da morte. Que a fotografia eternize a sua espera, eis o que resume a utopia mais louca que aqui se encena: face à morte, somos todos aristocratas.
"Fotografar a morte e celebrar a vida", João Lopes para o Diário de Notícias (14 de Agosto).
MICHEL SCHWEIZER
"O que é um cão? Se Deus está morto, quem é o mestre do homem? O Mercado?"

BLEIB OPUS #3
MICHEL SCHWEIZER (BORDÉUS)
Teatro Maria Matos
O que é que cinco magníficos cães pastor belga, um filósofo, um psicanalista, um bailarino e um actor poderão estar a fazer juntos num palco de teatro? Desde Maio de 2005 que Michel Schweizer mantém uma conversa fértil com Dany Robert Dufour, filósofo, e Jean-Pierre Lebrun, psiquiatra e psicanalista, sobre alguns dos temas cruciais da sociedade contemporânea: a liberdade individual e a imposição do consumismo, o ensino e a uniformização, a política e a manipulação.
É impressionante como o espectáculo BLEIB, criado em 2007, profetiza a falência do capitalismo desenfreado que gerou como causa da actual crise mundial. Interroga os comportamentos sociais e as atitudes do novo "homem sem gravidade", que é induzido a acreditar que a soma das ambições individuais iguala o bem comum. Já não precisamos de pensar!, exclama Jean-Pierre Lebrun no espectáculo, já não precisamos de nos organizar colectivamente, já não precisamos de nos esforçar para viver em sociedade... Tornámo-nos numa sociedade de consumidores - individualistas e obcecados pelo poder de compra, mas sem nos dar conta de que estamos a ser dirigidos e manipulados. Na sala reinava um silêncio absoluto, escreveu o De Volkskrant depois das apresentações em Roterdão, as centenas de espectadores pareciam estar a sentir a mesma inquietação. Como se sentíssemos todos a trela apertar... Mas por dentro esconde-se sempre o lobo...
Charles Melman, L'Homme sans gravité: Jouir à tout prix (Entretiens avec Jean-Pierre Lebrun), Denoël (2002):

Links:
http://www.la-coma.com/
http://www.alkantarafestival.pt/eng/esp23.html
BLEIB OPUS #3
MICHEL SCHWEIZER (BORDÉUS)
Teatro Maria Matos
O que é que cinco magníficos cães pastor belga, um filósofo, um psicanalista, um bailarino e um actor poderão estar a fazer juntos num palco de teatro? Desde Maio de 2005 que Michel Schweizer mantém uma conversa fértil com Dany Robert Dufour, filósofo, e Jean-Pierre Lebrun, psiquiatra e psicanalista, sobre alguns dos temas cruciais da sociedade contemporânea: a liberdade individual e a imposição do consumismo, o ensino e a uniformização, a política e a manipulação.
É impressionante como o espectáculo BLEIB, criado em 2007, profetiza a falência do capitalismo desenfreado que gerou como causa da actual crise mundial. Interroga os comportamentos sociais e as atitudes do novo "homem sem gravidade", que é induzido a acreditar que a soma das ambições individuais iguala o bem comum. Já não precisamos de pensar!, exclama Jean-Pierre Lebrun no espectáculo, já não precisamos de nos organizar colectivamente, já não precisamos de nos esforçar para viver em sociedade... Tornámo-nos numa sociedade de consumidores - individualistas e obcecados pelo poder de compra, mas sem nos dar conta de que estamos a ser dirigidos e manipulados. Na sala reinava um silêncio absoluto, escreveu o De Volkskrant depois das apresentações em Roterdão, as centenas de espectadores pareciam estar a sentir a mesma inquietação. Como se sentíssemos todos a trela apertar... Mas por dentro esconde-se sempre o lobo...
Charles Melman, L'Homme sans gravité: Jouir à tout prix (Entretiens avec Jean-Pierre Lebrun), Denoël (2002):
Barbarity is a social order based not longer on symbolical, but on real power. From the moment that the established power is sustained – and refers to – its own force and no longer seeks to defend or protect anything else beyond its own existance as power, its statute of power, we have arrived at a state of barbarity. Do you know one of the important manifestations of power of our times that is not a manifestation of barbarity?
Links:
http://www.la-coma.com/
http://www.alkantarafestival.pt/eng/esp23.html
ROBERT ADAMS
From Robert Adams' Why People Photograph - Selected Essays and Reviews, Aperture (1994), Section What Can Help, Dogs essay:
WHERE does art begin? Photographs of Thomas Eakins and Pierre Bonnard with their dogs suggest, I think, an answer. For these artists in their old age to touch animals so gently is evidence of a love past memory, one that must have shaped treir lives.
(...)
Artists live by curiosity and enthusiasm, qualities readily evident as inspiration in dogs. Propose to a dog a walk and its response is absolutely yes.
(...)
Art depends on there being affection in its creator's life, and an artist must find ways, like everyone else, to nourish it. A photographer down on his or her knees picturing a dog has found pleasure enough to make many things possible.
(...)
GOLDFRAPP
Number 1
Cos you're my number one
I'm like a dog to get you
I want it up and on
I'm like a dog to get you
Yeh, yeh, yeh, yeh
http://www.youtube.com/watch?v=W2OL3CdIGlg
Strict Machine
Goldfrapp - Strict Machine
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Human
Are you human, or a dog
Are you human
Or d'you make it up
Are you human, or a dog
Are you human
Or d'you make it up
http://www.youtube.com/watch?v=--1rAUYWl_4
Utopia
My dog needs new ears
Make his eyes see forever
Make him live like me
Again and again
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